O CO2 não controla o clima! Por Luiz Molion

Representante da América Latina na Organização Meteorológica Mundial e pós-doutorado em meteorologia, Luiz Carlos Molion afirma que ondas de frio no Hemisfério Norte e temporais no Brasil são fenômenos naturais causados pela influência dos oceanos, do sol e da lua no clima do planeta. “Não é a primeira vez que acontece e, acredite, vai acontecer de novo”, afirmou ao HP o cientista que estuda o clima há mais de 40 anos

Os estudos mais recentes indicam exatamente o contrário do que o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) e um grupo de climatologistas sustenta: “a temperatura do planeta vai diminuir pelos próximos 20 anos”, afirmou o professor de climatologia e mudanças climáticas na Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e representante da América Latina na Organização Meteorológica Mundial (OMM), Luis Carlos Baldicero Molion.

“O Pacífico entrou em 1998 num ciclo de resfriamento e vai levar mais 20 anos para sair dele”, sustenta Molion em entrevista ao programa Canal Livre, da Bandeirantes. O cientista contesta a tese de que a atividade humana causa mudanças climáticas no planeta. Segundo ele, esta tese só serve aos países desenvolvidos, “que não têm mais recursos naturais e não querem que os menos desenvolvidos consumam o que sobrou”.

“O homem tem uma capacidade destruidora muito grande localmente. Agora do ponto de vista global, o homem não tem absolutamente nada a ver com isso. O CO2 não controla o clima local e essa variabilidade é uma variabilidade natural”, disse.

Os registros mais recentes, de novembro de 2009, “mostram, por exemplo, que, na Antártica, os últimos três interglaciais – a 130 mil, 240 mil e 360 mil anos atrás – foram de 6 a 10 graus centígrados mais quentes do que o presente”. Pesquisas do grupo brasileiro que esteve nos últimos anos monitorando o continente gelado comprovam as declarações do cientista. “Segundo as amostras dos cilindros de gelo, no período a concentração de CO2 era 30% menor do que hoje. Então, se hoje, o CO2 está elevado e as temperaturas estão mais baixas do que já ocorreram, claro que o CO2 não controla o clima global”.

Molion, sustenta que a quantidade de CO2 lançada pelo homem é irrisória diante dos “200 bilhões provenientes dos fluxos naturais – oceanos, solo, vegetação” anuais. A atividade humana libera 6 bilhões de toneladas. Segundo o cientista, esses fluxos naturais podem variar em “40 bilhões de toneladas para cima e para baixo”. Ou seja, existe “uma incerteza de 80 bilhões, que é oito vezes maior que o que o homem lança na atmosfera”.

“Sob o ponto de vista global, o nosso clima é controlado pela nossa fonte de energia que é o sol, e que tem a sua variabilidade, tem ciclos de 11 anos, ciclos de 90 anos, ciclos de 170 anos, e controlado também pelos oceanos, que cobrem 71% da superfície terrestre e são o grande reservatório de calor que controla o nosso clima. Muda a temperatura do oceano, o clima muda”.

Por exemplo, “há 150 anos nós estávamos na chamada pequena era glacial. Nós saímos de uma temperatura provavelmente um grau, um grau e meio, mais baixa do que hoje, e aumentou. O homem não interferiu”. Desde então, “nós já passamos por um período de resfriamento mais ou menos na metade dos anos 40 até 1976. Foram trinta anos em que houve um resfriamento global. Em 1977, o oceano pacífico, os oceanos da terra mudaram e começaram a se aquecer. E, de repente, o clima começou a se aquecer. É esse aquecimento, entre 77 e 98, que estão atribuindo ao homem pela liberação de CO2”.

E, de acordo com Molion, mesmo esse aquecimento “terminou em 1998, que foi o último ano quente que nós tivemos”. “O que estou dizendo é que nós passamos por períodos de aquecimento e por períodos de esfriamento. É natural isso. O homem não tem nada a ver. Não é produzido pelo homem. Não é o CO2, que o homem libera por meio da queima de combustíveis fósseis, que controla o clima”.

Uma das principais imagens utilizadas para convencer as pessoas de que estão matando o planeta são geleiras derretendo. Sobre os dois pólos do globo, Molion diz que “claramente está comprovado que na Antártica o gelo tem aumentado desde que se tem medições, desde 1950, o gelo tem aumentado. Expedições em 1922 foram olhar porque o Ártico estava derretendo. Em 2007, houve realmente um mínimo na extensão do gelo, mas os dados de setembro de 2009 já mostram a recuperação e até a ampliação em milhões de quilômetros da cobertura de gelo”.

“Não existe evidência nenhuma de que o nível do mar está aumentando; as geleiras no Ártico se reduziram por conta do ciclo lunar, e já aconteceu outras vezes; nós sabemos que há mil anos atrás, entre os anos 800 e 1.250, as temperaturas estavam mais altas do que agora, o que foi chamado de período quente medieval. Tão altas a ponto de os Vikings saírem da Escandinávia e colonizarem a Groenlândia e o Canadá que hoje estão gelados”.

Ao HP, Molion disse: “Não é a primeira vez que acontece e, acredite, vai acontecer de novo”.

“Super Lua de Sangue!”

Apenas uma curiosidade!
Detalhe, a Lua não fica vermelha por causa do aquecimento global! Rs

Nosso mundo curioso.

No dia 27/09/ 2015, ocorreu um evento astronômico raro, que foi o eclipse da super  Lua.

Vamos saber o que do que se trata.

“O Sol se converterá em trevas e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor” (Joel 2:31 e Atos 2:20)

“Vi quando o Cordeiro abriu o sexto selo e sobreveio um grande terremoto. O Sol se tornou negro como saco de crina, a lua toda como sangue, as estrelas do céu caíram pela terra como a figueira quando abalada pelo vento forte, deixa cair seus figos verdes. O céu recolheu-se como um pergaminho, quando se enrola. Então todos os montes e ilhas foram movidos do seu lugar” (Apocalipse 6:12-14)

Filósofos Bíblicos, já contavam histórias sobre a Lua de Sangue, antigos povos ditos Pagãos, achavam que era um mau presságio, outros falam que é um tempo de mudança, bruxas da…

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Energia solar, é a solução? Acho que não!

Está aí a grande solução ambiental que os verdinhos falam serem perfeitas!

Se todas as casas, prédios colocarem, será a solução! Não! Será mais um problema!

Com a colocação desses painéis, além deles serem feitos de derivados do petróleo, eles simplesmente não tem uma circulação de ar decente e acabam por causando uma tragédia, já que eles retém muito calor.

Vamos salvar o planete de um problema que não existe e ter a grande possibilidade de incendiar nossas casas.

Detalhe, eu liguei para algumas empresas aqui no Brasil e NENHUMA se quer alertou desse risco e quando eu questionei, TODAS falaram que isso não aconteceria! É, acúmulo de calor + troca de calor ineficiente + combustível + comburente + corrente elétrica  = Problemas!

Painéis solares!

The sun is setting on solar power, the money’s gone and nobody’s asking any questions.

Esse é o que verdadeiramente acontece com a energia solar!
Totalmente ineficiente e cara!

Pointman's

If you keep an eye on the financial world, which I do, and especially the green sectors, which I also do, it’s been an interesting time of late. Within the last few weeks, Solar Trust of America (STA), owner of the world’s largest solar plant, filed for bankruptcy protection under Chapter 11, and nobody expects much of it, if anything, to emerge from it. STA joins a long list of companies in the solar energy sector, who’ve gone bankrupt, ducked into protection from their creditors, suspended production indefinitely or are simply circling the plughole.

Across the world, a few of the more prominent and expensive casualties are Solyndra, Solar Millennium AG, Energy Conversion Devices Inc, Q-Cells, Solon, Solar Millenium, Solarhybrid, Ener1, Range Fuels, Beacon Power Corp and there’s a whole lot of others. In case you haven’t noticed, it’s probably not a good idea to invest your hard-earned pennies in any company with “solar” in its…

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Arábia Saudita, florescendo no deserto.

Enquanto temos uma verdadeira indústria da seca instaurada em nosso semi-árido, a Caatinga, aonde se faz uma manutenção de uma situação bastante degradante de uma população inteira, apenas pelo fornecimentos de bolsas. Bolsa família, bolsa isso, bolsa aquilo… Faltam as iniciativas que não só combatam a fome, com medidas paleativas, como tambem crie um sistema produtivo para que a médio e longo prazo aquela população não dependa mais de esmolas do estado. É aquela velha história, não basta dar o peixe é preciso se ensinar a pescar. Na arábia saudita, aonde temos situações de seca bastante intensa, temos um modelo que em algum ponto pode servir de inspiração para resolver algumas questões do nosso semi-árido. A questão principal é, será que o nosso estado quer resolver?

Um deserto em tons de verde.

Ao longo das ultimas três décadas, a Arábia Saudita esteve explorando um recurso mais valioso que o petróleo. Engenheiros e fazendeiros têm aproveitado reservas de água ocultas para plantar grãos, frutas e legumes no deserto.

A série de imagens em falsa cor acima mostra a evolução das operações agrícolas na bacia de Wadi As-Sirhan, fotografada por satélites em 1987, 1991, 2000 e 2012. As imagens foram captadas por sensores semelhantes – o Thematic Mapper e o Enhanced Thematic Mapper Plus – em três satélites Landsat diferentes (4, 5 e 7). Cada um dos campos nas imagens tem 1 quilômetro de extensão e utiliza irrigação de pivô central. Os sensores dos satélites Landsat captaram a luz refletida pela Terra nos espectros curtos – infravermelho, infravermelho próximo e verde. Através dessa combinação de comprimentos de onda, a vegetação nova parece verde claro ao passo que a vegetação seca e os campos em alqueive tem cor de ferrugem. Superfícies secas (na maior parte deserto) são mostradas em rosa e amarelo. A sede das plantas que nascem no deserto árabe é satisfeita por água que data da ultima era do gelo. Em um passado mais temperado, ha cerca de 20.000 anos,, essa água “fóssil” formou aquíferos que agora estão enterrados muito abaixo dos oceanos de areia e das formações de calcário.

Os árabes alcançaram essas fontes subterrâneas escavando poços através da rocha sedimentar, chegando a escavar um quilômetro abaixo da areia do deserto. Embora ninguém saiba quanta água há por sob o deserto – as estimativas vão de 252 a 870 quilômetros cúbicos – hidrólogos acreditam que a extração só será viável por cerca de 50 anos.

A média de precipitação pluvial é de 100 a 200 mm por ano, e ainda assim geralmente não renova os aquíferos subterrâneos, fazendo deles uma fonte não renovável.

Em 2006, o país tinha 2.4 km cúbicos de fontes renováveis de água doce na superfície, de acordo com a Food and Agricultural Organization. O consumo humano, industrial e agrário era de 23.7 km cúbicos ao ano. O volume de água usado para a agricultura no deserto triplicou de cerca de 6.8 km cúbicos in 1980 para cerca de 21 km cúbicos em 2006. (Tradução: Lucas Canuto)

Fonte:Earth Observatory – Nasa

Lavagem cerebral!

Isso é um absurdo! Olha o que o governo faz com o material didático de nossas crianças!

Leiam! Sem pé nem cabeça, uma lógica falsa, uma Física do impossível e só terrorismo climático!

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Lá diz que se o gelo aquecido derrete! Bom, para uma geleira de temperatura mínima de – 20 ºC derreter, teria que no mínimo a temperatura ambiente, sem maior que 0 ºC!

Na cartilha também diz que se derreter iceberg, irá aumentar o nível dos oceanos! Todo o volume do líquido deslocado, já está inserido! Gelo dentro de um líquido, não altera o seu volume! (Estude Empuxo)

É um verdadeiro terrorismo e uma lavagem cerebral com nossas crianças! Fiquem atentos, pois a mídia é bem tendenciosa!

CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando? (Divulgando!)

Vamos ajudar a divulgar ainda mais quem fala a verdade!

Finalmente, saiu hoje de gráfica o livro “CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?“, depois de 8 anos de estudos, pesquisas e análises, e depois de 4 anos escrevendo, compilando, revisando…
A DBO Editores lançou o livro “CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?”, autoria deste blogueiro, jornalista Richard Jakubaszko, e que tem coautoria de cientistas como o físico e climatologista Luiz Carlos Baldicero Molion, professor aposentado da Universidade Federal de Alagoas, e de José Carlos Parente de Oliveira, também físico, professor da Universidade Federal do Ceará. Os autores são céticos em relação às propaladas questões do aquecimento global e das mudanças climáticas. No livro, apresentam inúmeras respostas e contestações aos problemas e acusações formuladas pelos ambientalistas, muitas delas criminalizando os produtores rurais. Jakubaszko diz que “o CO2 é o gás da vida, sem ele a agricultura e as florestas não existiriam, e não haveria vida, pois a fotossíntese não seria possível”.

Outros técnicos estão presentes no livro, onde se destacam o geólogo Geraldo Luís Lino, os engenheiros agrônomos Odo Primavesi, Fernando Penteado Cardoso, Evaristo de Miranda, e o agrometeorologista Ângelo Paes de Camargo (in memoriam). Eles demonstram, conforme Jakubaszko, que “o enunciado ambientalista carece de provas científicas e não está comprovado, mas os governos e a sociedade comportam-se de forma emocional nesse tema, e se está construindo uma legislação restritiva que engessará as gerações futuras, tudo isso para cumprir uma agenda política, patrocinada por interesses econômicos, conforme denunciamos no livro”.

“A obra tem leitura acessível e pretende abrir debates sobre o assunto, atualmente inexistente, e que já virou um quase dogma do pensamento único”, enfatiza Molion.
De acordo com Jakubaszko, o livro é “Uma biografia não autorizada do clima, e contesta através dos autores a questão do CO2, das mudanças climáticas, a emissão de metano pelos bovinos, e a utopia de se pretender emissão zero de carbono, apenas para atingir propostas políticas e objetivos econômicos inconfessáveis, mas que são detalhados um a um no livro, ou seja, damos nomes aos bois”.
Entre os objetivos da obra, registra Jakubaszko, “está o de abrir um debate público, pois não existe debate, e tampouco nenhuma prova científica do aquecimento, e muito menos de que o CO2 antropogênico seja o responsável por esse pré-apocalipse com que os ambientalistas nos ameaçam”.

O livro não está à venda em livrarias, mas apenas em sites especializados e na DBO Editores (com Cristiane: fone 11 3879.7099), ou ainda pelo e-mail co2clima@gmail.com

Ficha técnica:
CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?
ISBN: 978-85-69495-00-0
2015 – 284 p., R$ 40,00 mais despesas postais.

Água não “dá” em árvore! Parte 2.

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Mais MENTIRAS dos verdinhos!

A Amazônia não controla regime de chuvas nenhum! Isso é bobagem! Quem comanda esse ciclo, são os oceanos!

Primeiro se vem a umidade e depois vem a vegetação. Falar que uma floresta tem influência no regime de chuvas, é uma total inversão da dualidade causa e efeito! Primeiro vem a água e depois vem a floresta e não o contrário!
Quero ver plantar uma árvore no deserto, para ver se ele vai deixar de ser deserto! Se a Amazônia fosse tão poderosa assim em termos de gerar chuva, o sertão nordestino seria úmido, pois está ao lado da Amazônia e se beneficiaria de ventos (que atuam ali a maior parte do ano) e até do efeitode rotação da Terra e não me dizer que cortar meia dúzia de árvores, é o problema da falta de água em SP! O processo de formação de chuva é convectivo e requer uma supersaturação de aproximadamente 340% de vapor de água, fato que uma floresta não consegue. A altitude é outro fator importante para a formação de chuvas, formando ou um núcleo de nuvem que forma água ou gelo. Só depois da formação desses núcleos, é que a umidade pode se agregar a partir de 100%, mas não antes e a temperatura, deve estar em torno de -20ºC a -10ºC.


Na atmosfera as gotículas de nuvem não crescem a partir de gotículas menores porque o alto grau de supersaturação necessário para a condensação de gotículas muito pequenas não ocorre na atmosfera real. A atmosfera contém abundância de núcleos de condensação, como partículas microscópicas de poeira, fumaça e sal, que fornecem superfícies relativamente grandes sobre as quais a condensação ou deposição pode ocorrer.


O resultado é a formação de uma nuvem com muitas minúsculas gotículas de água, todas tão minúsculas que permanecem suspensas no ar. Mesmo em ar muito úmido o crescimento destas gotículas de nuvem por condensação adicional é lento. Além disso, a imensa diferença de tamanho entre gotículas de nuvem e gotas de chuva (são necessárias aproximadamente um milhão de gotículas de nuvem para formar uma só gota de chuva) sugere que a condensação sozinha não é responsável pela formação de gotas suficientemente grandes para precipitar.