Que tal um agasalho nesse aquecimento global?

Hong Kong registra menor temperatura em quase 60 anos

Hong Kong amanheceu neste domingo (24/01/2015) com a menor temperatura em quase 60 anos, algo inédito para muitos moradores do território, informou a imprensa local.

Os termômetros registraram 3,3ºC nos bairros urbanizados, com um vento glacial. Nas colinas, as temperaturas ficaram abaixo de zero.

A temperatura é incomum na ex-colônia britânica, que tem um clima subtropical.

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O grande problema dos aquecimentistas e sua falsa ciência, é que a Natureza não colabora com eles!

VOCÊ É INOCENTE! O VILÃO PODE NÃO SER O CO2.

A MÍDIA que não possui editoria científica, isto é, profissional devidamente embasado no conhecimento das ciências (mesmo que seja um jornalista de formação acadêmica com pós-graduação respectiva), expõe e expõe-se a constância dos equívocos.Nestes últimos dias de 2015 tive a oportunidade de ler matéria em um site de uma grande rede de notícias do Brasil. Neste veículo virtual uma blogueira e jornalista profissional afirmava temas sobre a “bagunça” provocada pelo El Ninho no país e no mundo. Até aí tudo bem! O ENSO é tinhoso e “toca rebú” da Califórnia (USA) ao Rio Grande do Sul (BR) – não é novidade!O que me chamou atenção no texto da jornalista/blogueira é sua tendência resumista de relacionar o seu assunto sobre o clima colocando a culpa no aquecimento global na figura do CO2, conforme os ditames do IPCC, sigla em inglês do Painel Governamental de Mudanças Climática, órgão da ONU. Segundo essa entidade, o aquecimento do planeta é exclusivamente provocado pelo homem através das emissões de CO2 – conceito antropogênico.

Hoje, com a evolução dos estudos a respeito e a participação cada vez maior de abalizados cientistas, as coisas não são exatamente como o IPCC quer que sejam. Existem outras verdades que se somam ao aquecimento global em andamento, e nem todas estão relacionadas ao gás dióxido de carbono (CO2). Aliás, com o aprofundamento das pesquisas em pouco tempo saberemos de fato o que está provocando de verdade as mudanças no clima do planeta.Neste contexto, voltando a blogueira e sua afirmação antropogênica sobre o aquecimento global, esta expôs bem intencionados leitores ao equívoco de acreditarem ser culpados pelas últimas enchentes na Europa e Sul do Brasil.

Já é tempo destes jornalistas assumirem como tal a posição neutra da função, apresentando os dois lados da questão: aquecimento antropogênico (culpa dos seres humanos) e aquecimento provocado por causas naturais. Essa é a única verdade na questão climática atual: o aquecimento pode não ter um único culpado, e este pode até não ser o carbono.

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Mídia tendenciosa e falta de conhecimento!

A mais pura verdade…

UMA IMAGEM FALA MUITO, MAS A VERDADE FALA MAIS.

RECENTEMENTE o fotógrafo alemão, Kerstin Langenberger, fotografou um urso polar “extremamente magro” sob uma placa de gelo durante sua visita a uma ilha situada entre a Noruega e o Polo Norte. Segundo o mesmo fotógrafo, as condições do animal se deve às mudanças climáticas.O que este cidadão da Alemanha talvez não saiba é que a realidade dos ursos naquela região do Mar Ártico onde a fotografia foi tirada não se limita a uma única imagem e as aparências daquele momento. Pesquisas publicadas em 2001 pelo Grupo Especializado em Urso Polares da Wolrd Conservation Union destaca que localmente ocorre aumento da população desses animais.A pesquisa ocorrida engloba áreas como a da Baia de Baffin e Mar de Beaufort em latitudes entre 73º e 78º N, quadrante onde também se situa a Ilha de Svalbard – onde se originou a foto do urso em péssimas condições.Os números levantados indicam que das vinte e duas subpopulações de ursos polares uma ou duas apresentavam diminuição na Baia de Baffin. Mais da metade permanecia estável e duas populações haviam aumentado nas proximidades do Mar de Beaufort. Também existem relatórios citando que a população de ursos aumentou nas últimas décadas – eram cinco mil nos anos 1960 e na década atual sua marca alcança vinte e cinco mil.Fato curioso é que as duas populações que estavam em declínio vivem em zonas em que o frio aumentou ao longo dos últimos cinquenta anos, enquanto as outras duas populações de ursos que cresceram habitam zonas que estão se tornando quentes.Estendendo-se até a Baía de Hudson (Canadá), a imprensa vinculada ao alarmismo publicou que a população dos ursos polares teria diminuído em 17% entre 1997 e 2004. Acontece que não foi colocado em evidência que estes animais eram apenas 500 em 1981, 1.200 em 1987 e 950 em 2004, portanto, os números não indicam declínio a partir de 1981 – forma correta de computar.Outros dados omitidos são de que 300 a 500 ursos são abatidos anualmente por caçadores naquela região (Baias de Baffin/Hudson e Mar de Beaufort).Finalmente, dois terços dos ursos polares do planeta encontram-se no Canadá Ártico, nação que mais se dedica aos estudos desses animais, e os números do governo daquele país indicavam que das 13 populações de ursos, 11 se encontram estáveis ou em crescimento.Parece que somente algumas poucas subpopulações de ursos estão declinando, e tudo indica ser pelo excesso de frio.
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