Água não “dá” em árvore! Parte 2.

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Mais MENTIRAS dos verdinhos!

A Amazônia não controla regime de chuvas nenhum! Isso é bobagem! Quem comanda esse ciclo, são os oceanos!

Primeiro se vem a umidade e depois vem a vegetação. Falar que uma floresta tem influência no regime de chuvas, é uma total inversão da dualidade causa e efeito! Primeiro vem a água e depois vem a floresta e não o contrário!
Quero ver plantar uma árvore no deserto, para ver se ele vai deixar de ser deserto! Se a Amazônia fosse tão poderosa assim em termos de gerar chuva, o sertão nordestino seria úmido, pois está ao lado da Amazônia e se beneficiaria de ventos (que atuam ali a maior parte do ano) e até do efeitode rotação da Terra e não me dizer que cortar meia dúzia de árvores, é o problema da falta de água em SP! O processo de formação de chuva é convectivo e requer uma supersaturação de aproximadamente 340% de vapor de água, fato que uma floresta não consegue. A altitude é outro fator importante para a formação de chuvas, formando ou um núcleo de nuvem que forma água ou gelo. Só depois da formação desses núcleos, é que a umidade pode se agregar a partir de 100%, mas não antes e a temperatura, deve estar em torno de -20ºC a -10ºC.


Na atmosfera as gotículas de nuvem não crescem a partir de gotículas menores porque o alto grau de supersaturação necessário para a condensação de gotículas muito pequenas não ocorre na atmosfera real. A atmosfera contém abundância de núcleos de condensação, como partículas microscópicas de poeira, fumaça e sal, que fornecem superfícies relativamente grandes sobre as quais a condensação ou deposição pode ocorrer.


O resultado é a formação de uma nuvem com muitas minúsculas gotículas de água, todas tão minúsculas que permanecem suspensas no ar. Mesmo em ar muito úmido o crescimento destas gotículas de nuvem por condensação adicional é lento. Além disso, a imensa diferença de tamanho entre gotículas de nuvem e gotas de chuva (são necessárias aproximadamente um milhão de gotículas de nuvem para formar uma só gota de chuva) sugere que a condensação sozinha não é responsável pela formação de gotas suficientemente grandes para precipitar.

Água não “dá” em árvore!

Essa foto mostra como é que os ambientalistas pensam e enganam com uma falsa Ciência!

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Mais MENTIRAS dos verdinhos!
A Amazônia não controla regime de chuvas nenhum! Isso é bobagem! Quem comanda esse ciclo, são os oceanos! Primeiro se vem a umidade e depois vem a vegetação.
Quero ver plantar uma árvore no deserto, para ver se ele vai deixar de ser deserto! Se a Amazônia fosse tão poderosa assim em termos de gerar chuva, o sertão nordestino seria úmido, pois está ao lado da Amazônia e se beneficiaria de ventos (que atuam ali a maior parte do ano) e até do efeito de rotação da Terra e não me dizer que cortar meia dúzia de árvores, é o problema da falta de água em SP! O processo de formação de chuva é convectivo e requer uma supersaturação de aproximadamente 340% de vapor de água, fato que uma floresta não consegue. A altitude é outro fator importante para a formação de chuvas, formando ou um núcleo de nuvem que forma água ou gelo. Só depois da formação desses núcleos, é que a umidade pode se agregar a partir de 100%, mas não antes e a temperatura, deve estar em torno de -20ºC a -10ºC.


Na atmosfera as gotículas de nuvem não crescem a partir de gotículas menores porque o alto grau de supersaturação necessário para a condensação de gotículas muito pequenas não ocorre na atmosfera real. A atmosfera contém abundância de núcleos de condensação, como partículas microscópicas de poeira, fumaça e sal, que fornecem superfícies relativamente grandes sobre as quais a condensação ou deposição pode ocorrer.


O resultado é a formação de uma nuvem com muitas minúsculas gotículas de água, todas tão minúsculas que permanecem suspensas no ar. Mesmo em ar muito úmido o crescimento destas gotículas de nuvem por condensação adicional é lento. Além disso, a imensa diferença de tamanho entre gotículas de nuvem e gotas de chuva (são necessárias aproximadamente um milhão de gotículas de nuvem para formar uma só gota de chuva) sugere que a condensação sozinha não é responsável pela formação de gotas suficientemente grandes para precipitar.