CO2 deverá deixar os peixes “bêbados”!

CO2 peixes Bêbados!
Fonte: Pesca e Cia, março de 2016

 

“Desde o início da revolução industrial, o oceano absorveu cerca de um terço do dióxido de carbono (CO2) emitido pelas atividades humanas. Ou seja, sem ele, a quantidade do gás na atmosfera seria ainda maior e as consequências das mudanças climáticas, mais marcantes.”

By Aquecimentistas

Os oceanos possuem cerca de 60 vezes mais concentração de CO2 do que a atmosfera, será que um terço das emissões antrópicas fariam diferenças?

Estima-se que existam hoje em dia cerca de 5000 vulcões submarinos ativos! (Serviço Geológico do Brasil)

Será que a contribuição antrópica chega perto da atividade vulcânica?

A solubilidade de um gás em um líquido depende da pressão do gás, ou seja, quanto maior a pressão exercida pelo gás, maior o número de choques e maior o a penetração do gás no líquido. A temperatura do líquido também influencia, assim, quanto maior o grau de agitação das partículas do líquido (TEMPERATURA), menor a capacidade desse líquido dissolver o gás. Outro fator importante em termos de solubilidade de gases em líquidos é a agitação da superfície do líquido, que, quanto mais agitada, maior a possibilidade de trocas gasosas.

Lei de Henry

A uma pressão atmosférica aproximadamente constante ao nível do mar, o fator temperatura é predominante, assim, a solubilidade de um gás em um líquido é menor com o aumento da temperatura.

Se o aquecimento global é uma realidade e segundo os aquecimentistas a temperatura média dos oceanos estão aumentando, a solubilidade dos gases contidos neles diminuí e assim, os oceanos passariam a emitir mais gases do que absorve-los.

Isso é, os oceanos emitiriam mais CO2 do que absorveriam da atmosfera.

CO2 peixes Bêbados1!

O gelo da Antártida já ameaçou o equilíbrio da Terra?

Ameaçaria o equilíbrio da Terra o gelo acumulado na Antártida.
O Estado; em 23-set-1948.
NOVA YORK, 22 (R.) – o dr. Hugh Auchincloss Brown, engenheiro eletricista, de 69 anos de idade, advertiu que aumenta rápida e assustadoramente o peso da grande crosta de gelo sobre a Antártida, o que pode provocar um desequilíbrio do globo, de forma a fazê-lo mudar de posição em relação ao seu eixo atual.
A terra se está tornando fisicamente desequilibrada e, em breve, Nova York poderá encontrar-se no fundo do mar, da mesma forma que outras regiões do mundo.
Para solução provisória do problema, o dr. Brown recomenda a destruição da atual crosta de gelo da Antártida com bombas atômicas.
O referido engenheiro encareceu a necessidade de ser formada imediatamente a Organização da Estabilização do Mundo para examinar o problema. Uma análise preliminar, custando dez milhões de dólares, determinaria que quantidade de gelo deveria ser destruída e em que ponto. ” O fenômeno do desequilíbrio mundial – conclui dr. Brown – ocorre de oito mil em oito mil anos e desastres semelhantes destruíram as civilizações anteriores. Se o fato ocorrer agora, veremos o Equador dominado pelos gelos”.

Por Newton Campos Jr.

jornal

Aliens e o aquecimento bobal!

aliens

Parece uma série do History Channel, mas não é!

Essa publicação saiu em 19/08/2011.

Eu tenho fortes motivos para acreditar na teoria dos antigos astronautas, mas isso aí é forte.
O pior, é que tem gente que ganha dinheiro para pesquisar isso e outra mente brilhante para publicar.

Acho que após assistir Star Wars e está doidão com alucinógenos ou psicotrópicos e foram fazer pesquisas.
Ah! Só um alerta!
Aquecimento global é uma falácia científica e o CO2 é invisível! rs

Fonte: Clique aqui

O (alto) custo do radicalismo ambientalista-indigenista.

O (alto) custo do radicalismo ambientalista-indigenista.

 Em um momento decisivo para a definição do rumo que a sociedade brasileira dará ao País, um aspecto fundamental é o enquadramento do radicalismo ambientalista-indigenista, que precisa ser prontamente subordinado aos interesses maiores da Nação e retirado do controle do aparato supranacional que o explora em favor de uma agenda ideológica e política.

Tal necessidade se torna um imperativo, diante do elevado preço que a sociedade tem pago pelo peso excessivo das concessões políticas feitas ao aparato ambientalista-indigenista, em termos de projetos não implementados, atrasados, sobrecarregados em custos descabidos, oportunidades de desenvolvimento não concretizadas e outros custos desnecessários. A listagem é longa, exaustiva e frustrante, principalmente, pela necessidade que o País tem de ampliar e aprimorar rapidamente a sua infraestrutura física para embasar um inadiável esforço de retomada de um projeto de desenvolvimento nacional abrangente e inclusivo, em benefício dos seus atuais 206 milhões de habitantes e dos que se juntarão a estes, nas próximas décadas.

Dois casos, um da área ambiental e outro da indígena, são emblemáticos dessa situação, que está a exigir uma imediata correção de rumo.

O primeiro, citado na edição anterior deste Alerta, envolve a duplicação da rodovia BR-101 no estado do Rio de Janeiro, cuja duplicação está obstaculizada há anos pela falta de licenciamento ambiental. Se já é absurdo que a principal via de comunicação entre a capital e o Norte do estado ainda tenha um extenso trecho em mão dupla, que favorece o grande número de acidentes que lhe valeu o apelido “Rodovia da Morte”, é ainda mais inaceitável que a correção do problema esteja emperrada por questões ambientais que contrariam o mais elementar senso comum.

Na edição de 20 de novembro, o jornal O Globo informa que, pelos termos da concessão de exploração da rodovia pela empresa Autopista Fluminense, os 177 quilômetros entre Rio Bonito e Campos dos Goytacazes já deveriam estar totalmente duplicados. Porém, um trecho de quase 50 quilômetros, entre Rio das Ostras e Carapebus, sequer foi iniciado, pois aguarda o licenciamento ambiental há nada menos que cinco anos. O problema, informa o jornal, é a falta de consenso sobre as estruturas para permitir que animais atravessem a rodovia em segurança. Os ambientalistas encastelados nos órgãos ambientais responsáveis pelo licenciamento fincaram pé na construção de cinco viadutos vegetados (ver fotos), que não estavam previstos no contrato de concessão e cujo custo é estimado em R$ 455 milhões.

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Viadutos vegetados na Holanda (em cima) e Nova Jérsei, EUA (em baixo).

Esse trecho da rodovia atravessa as reservas biológicas de Poço das Antas e União, que abrigam o célebre mico-leão-dourado, animal símbolo do ambientalismo brasileiro.

O economista Riley Rodrigues, especialista em infraestrutura da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), observa que a exigência precisa ser reavaliada: “Esses viadutos vegetados não são usados no Brasil, só em pouquíssimos países. É essencial preservar a fauna, mas não sabemos se isso dará resultados.”

O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Jorge Bastos, diz que o licenciamento deverá sair ainda este ano. “Queremos diminuir o número de viadutos vegetados. Isso gera um custo absurdo para a concessionária”, afirma.

Por sua vez, Rodrigues observa que o eventual custo da construção dos “bichodutos” terá impacto no valor do pedágio.

Um detalhe que parece escapar às considerações dos ambientalistas é que não se trata de uma rodovia nova, ou seja, o impacto causado às populações animais que vivem nas reservas atravessadas já existe e será pouco afetado pela duplicação da pista. Por conseguinte, é absurdo que se onere e atrase uma obra fundamental para a segurança das dezenas de milhares de motoristas que trafegam diariamente pela rodovia, por conta de um preciosismo sem fundamento lógico. Não obstante, a legislação em vigor justifica plenamente tais excessos contrários à racionalidade e ao bom senso.

O Linhão Manaus-Boa Vista

O outro caso exemplar é o do Linhão Manaus-Boa Vista, a linha de transmissão de 721 quilômetros que deveria acabar com o isolamento de Roraima do Sistema Interligado Nacional (SIN), o que tem acarretado grandes prejuízos com os problemas do abastecimento irregular de eletricidade no estado. Como este Alerta tem acompanhado, a licitação da obra foi concedida à empresa Transnorte Energia (consórcio entre a estatal Eletronorte e a Alupar), em 2011, e deveria ter sido concluída no início de 2014. Porém, ela sequer foi iniciada, pela intransigência da Fundação Nacional do Índio (Funai), uma vez que um trecho de 125 quilômetros atravessa a Terra Indígena Waimiri-Atroari, no Amazonas, e até agora o impasse não foi superado.

Em setembro último, exasperada pelas sucessivas protelações, a Transnorte Energia entregou os pontos e, além de devolver a concessão à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), está cobrando da União uma indenização de R$ 534 milhões, pelos investimentos já feitos em equipamentos e multas de contratos cancelados com fornecedores. A obra tinha o custo inicialmente estimado em R$ 1,1 bilhão e o governo federal estimava que ela resultaria em uma economia anual de R$ 450 milhões em óleo combustível hoje gasto nas precárias usinas termelétricas que abastecem o estado. Entretanto, a deterioração da economia, as mudanças no dólar e nas condições de financiamento elevaram o custo atual, caso a obra seja feita algum dia, para R$ 1,8 bilhão (Exame, 10/09/2016).

O detalhe relevante é que, assim como no caso da BR-101, o impacto do Linhão sobre a reserva indígena seria irrisório, uma vez que ele seria construído na faixa de domínio da rodovia BR-174, que já existe há décadas.

No início de outubro, a bancada federal de Roraima se reuniu com o presidente Michel Temer para pedir-lhe uma solução para o impasse. Na ocasião, Temer se comprometeu a acionar os ministros da Justiça, Alexandre de Morais, ao qual a Funai é subordinada, e de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, para encontrarem uma saída, e prometeu uma nova reunião com o grupo em 30 dias (Alerta Científico e Ambiental, 6/10/2016). Até o momento, a reunião não ocorreu, a União poderá ter que arcar com uma indenização multimilionária e, ao que tudo indica, os roraimenses continuarão por um bom tempo sem um abastecimento de eletricidade confiável.

Fonte:

http://msiainforma.org/o-alto-custo-do-radicalismo-ambientalista-indigenista/

Parece brincadeira! Aquecimento BOBAL e o apocalipse zumbi!

Até que ponto esse povo aquecimentista está disposto a ir?

Olhe essa matéria!

“Apocalipse zumbi” espalha surto de superbactéria pela Sibéria

Parece The Walking Dead, mas é a vida real: autoridades declararam estado de emergência e especialistas recomendam o monitoramento de cemitérios.

The Walking Dead

“Olhem a foto! Mas calma, o melhor vem agora!”

A Sibéria está lidando com um apocalipse zumbi da vida real – e a culpa é do aquecimento global. Um surto de antraz, uma bactéria rara que infecta animais e seres humanos, apareceu na região de Yamal-Nenets depois que a temperatura neste verão ficou mais de 5ºC acima do normal.

Pois, é! Falar o que?

Caso não acreditem, olhem o link abaixo!

http://super.abril.com.br/ciencia/apocalipse-zumbi-espalha-surto-de-superbacteria-pela-siberia

A falsa ciência!

Clique aqui para ler o texto original.

Mais uma irresponsabilidade e falácia científica que nos é dita!

A falta de escrúpulos por utilizar uma falsa ciência e fazer um terrorismo climático, está passando dos limites.

Essa citação é a melhor!

“Teoricamente, isso poderia ajudar os oceanos porque eles se tornam perigosamente ácidos quando absorvem demais CO2 atmosférico.”

Isso foi um chute nas gônadas de Henry! (Lei de Henry)

A total incoerência que se é dita, em uma “importante” revista! É uma total irresponsabilidade citar e contradizer uma ciência bem fundamentada.

Dizer que o mundo está aquecendo e que os oceanos estão se tornando mais ácidos, por causa do CO2? rs…Até onde eu saiba, em dados que vi dos próprios aquecimentistas, poucos, mais poucos dados chegaram a pH 6,7, a maioria está na casa dos 7 a 7,8, assim se eles falassem da tendência de pH Neutro, eu até relevaria, mas ácido?

Agora, se os oceanos estão aquecendo junto com o planeta, como ele pode absorver CO2? Já que a solubilidade de gases em líquidos se dá quando quanto mais aquecido, menor a solubilidade, ou seja LIBERA mais CO2, sem contar que o a concentração de CO2 nos oceanos é somente 60 vezes maior que a da atmosfera, será que somos tão importantes assim?

Se não acreditarem em mim, façam um busca na Lei de Henry, que trata de solubilidade de gazes em líquidos e aí sim julguem quem está errado, eu ou o artigo! Só aviso que a solubilidade de um líquido depende de temperatura, pressão e agitação na superfície do líquido.