Publicação extra! Palestrante no MIT diz que Islamofobia acelera o aqueimento global!

Parece brincadeira, né? Mas não é!

Até aonde irá a audácia dessas pessoas?

O palestrante em questão, é Phd em Antropologia! Qual é a qualificação desse senhor para afirmar uma coisa dessas?

Tradução do início da sinopse dessa palestra.

“Esta palestra examina a relação entre a islamofobia como a forma dominante de racismo hoje e a crise ecológica. Ele olha para as três maneiras comuns em que os dois fenômenos são vistos para ser ligado: como um emaranhado de duas crises, metaforicamente relacionados com um sendo uma fonte de imagens para o outro e ambos originários de formas coloniais de acumulação capitalista. A palestra propõe uma quarta forma de ligar os dois: ‘. Domesticação generalizada “um argumento que ambos estão emanando de um modo semelhante de ser, ou enredamento, no mundo, o que é referido como”

Clique aqui para ver o texto original na página de divulgação do MIT.

Água não “dá” em árvore! Parte 2.

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Mais MENTIRAS dos verdinhos!

A Amazônia não controla regime de chuvas nenhum! Isso é bobagem! Quem comanda esse ciclo, são os oceanos!

Primeiro se vem a umidade e depois vem a vegetação. Falar que uma floresta tem influência no regime de chuvas, é uma total inversão da dualidade causa e efeito! Primeiro vem a água e depois vem a floresta e não o contrário!
Quero ver plantar uma árvore no deserto, para ver se ele vai deixar de ser deserto! Se a Amazônia fosse tão poderosa assim em termos de gerar chuva, o sertão nordestino seria úmido, pois está ao lado da Amazônia e se beneficiaria de ventos (que atuam ali a maior parte do ano) e até do efeitode rotação da Terra e não me dizer que cortar meia dúzia de árvores, é o problema da falta de água em SP! O processo de formação de chuva é convectivo e requer uma supersaturação de aproximadamente 340% de vapor de água, fato que uma floresta não consegue. A altitude é outro fator importante para a formação de chuvas, formando ou um núcleo de nuvem que forma água ou gelo. Só depois da formação desses núcleos, é que a umidade pode se agregar a partir de 100%, mas não antes e a temperatura, deve estar em torno de -20ºC a -10ºC.


Na atmosfera as gotículas de nuvem não crescem a partir de gotículas menores porque o alto grau de supersaturação necessário para a condensação de gotículas muito pequenas não ocorre na atmosfera real. A atmosfera contém abundância de núcleos de condensação, como partículas microscópicas de poeira, fumaça e sal, que fornecem superfícies relativamente grandes sobre as quais a condensação ou deposição pode ocorrer.


O resultado é a formação de uma nuvem com muitas minúsculas gotículas de água, todas tão minúsculas que permanecem suspensas no ar. Mesmo em ar muito úmido o crescimento destas gotículas de nuvem por condensação adicional é lento. Além disso, a imensa diferença de tamanho entre gotículas de nuvem e gotas de chuva (são necessárias aproximadamente um milhão de gotículas de nuvem para formar uma só gota de chuva) sugere que a condensação sozinha não é responsável pela formação de gotas suficientemente grandes para precipitar.

Água não “dá” em árvore!

Essa foto mostra como é que os ambientalistas pensam e enganam com uma falsa Ciência!

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Mais MENTIRAS dos verdinhos!
A Amazônia não controla regime de chuvas nenhum! Isso é bobagem! Quem comanda esse ciclo, são os oceanos! Primeiro se vem a umidade e depois vem a vegetação.
Quero ver plantar uma árvore no deserto, para ver se ele vai deixar de ser deserto! Se a Amazônia fosse tão poderosa assim em termos de gerar chuva, o sertão nordestino seria úmido, pois está ao lado da Amazônia e se beneficiaria de ventos (que atuam ali a maior parte do ano) e até do efeito de rotação da Terra e não me dizer que cortar meia dúzia de árvores, é o problema da falta de água em SP! O processo de formação de chuva é convectivo e requer uma supersaturação de aproximadamente 340% de vapor de água, fato que uma floresta não consegue. A altitude é outro fator importante para a formação de chuvas, formando ou um núcleo de nuvem que forma água ou gelo. Só depois da formação desses núcleos, é que a umidade pode se agregar a partir de 100%, mas não antes e a temperatura, deve estar em torno de -20ºC a -10ºC.


Na atmosfera as gotículas de nuvem não crescem a partir de gotículas menores porque o alto grau de supersaturação necessário para a condensação de gotículas muito pequenas não ocorre na atmosfera real. A atmosfera contém abundância de núcleos de condensação, como partículas microscópicas de poeira, fumaça e sal, que fornecem superfícies relativamente grandes sobre as quais a condensação ou deposição pode ocorrer.


O resultado é a formação de uma nuvem com muitas minúsculas gotículas de água, todas tão minúsculas que permanecem suspensas no ar. Mesmo em ar muito úmido o crescimento destas gotículas de nuvem por condensação adicional é lento. Além disso, a imensa diferença de tamanho entre gotículas de nuvem e gotas de chuva (são necessárias aproximadamente um milhão de gotículas de nuvem para formar uma só gota de chuva) sugere que a condensação sozinha não é responsável pela formação de gotas suficientemente grandes para precipitar.

Água não “dá” em árvore! Parte 2.

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Mais MENTIRAS dos verdinhos!

A Amazônia não controla regime de chuvas nenhum! Isso é bobagem! Quem comanda esse ciclo, são os oceanos!

Primeiro se vem a umidade e depois vem a vegetação. Falar que uma floresta tem influência no regime de chuvas, é uma total inversão da dualidade causa e efeito! Primeiro vem a água e depois vem a floresta e não o contrário!
Quero ver plantar uma árvore no deserto, para ver se ele vai deixar de ser deserto! Se a Amazônia fosse tão poderosa assim em termos de gerar chuva, o sertão nordestino seria úmido, pois está ao lado da Amazônia e se beneficiaria de ventos (que atuam ali a maior parte do ano) e até do efeitode rotação da Terra e não me dizer que cortar meia dúzia de árvores, é o problema da falta de água em SP! O processo de formação de chuva é convectivo e requer uma supersaturação de aproximadamente 340% de vapor de água, fato que uma floresta não consegue. A altitude é outro fator importante para a formação de chuvas, formando ou um núcleo de nuvem que forma água ou gelo. Só depois da formação desses núcleos, é que a umidade pode se agregar a partir de 100%, mas não antes e a temperatura, deve estar em torno de -20ºC a -10ºC.


Na atmosfera as gotículas de nuvem não crescem a partir de gotículas menores porque o alto grau de supersaturação necessário para a condensação de gotículas muito pequenas não ocorre na atmosfera real. A atmosfera contém abundância de núcleos de condensação, como partículas microscópicas de poeira, fumaça e sal, que fornecem superfícies relativamente grandes sobre as quais a condensação ou deposição pode ocorrer.


O resultado é a formação de uma nuvem com muitas minúsculas gotículas de água, todas tão minúsculas que permanecem suspensas no ar. Mesmo em ar muito úmido o crescimento destas gotículas de nuvem por condensação adicional é lento. Além disso, a imensa diferença de tamanho entre gotículas de nuvem e gotas de chuva (são necessárias aproximadamente um milhão de gotículas de nuvem para formar uma só gota de chuva) sugere que a condensação sozinha não é responsável pela formação de gotas suficientemente grandes para precipitar.

Está no site do INIMIGO! O GREENPEACE!

“A Amazônia ocupa uma área de mais de 6,5 milhões de km² na parte norte da América do Sul, passando por nove países: o Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Equador, Suriname, Guiana e Guiana Francesa.”

“Em toda a região amazônica calcula-se que cerca de 26.000km são desmatados todos os anos.”

Os verdinhos não corrigem nem o km², mas tudo bem!

Eles falam do desmatamento acelerado da Amazônia (Eles acreditam que ela é o pulmão do mundo) e fazem previsões alarmantes!

Digamos que a floresta não se renove, que em menos de 10 anos já termos uma vegetação cobrindo e essa floresta estará madura em 100 anos, vamos ensinar os verdinhos um pouco de Matemática!

Uma conta simples, mesmo que a floresta não se renove (que isso acontece), se pegarmos os dados deles e aplicar uma simples razão (coisa muito complicado para eles), na qual temos:

6,5 milhões de km² / 26.000 km² por ano = 250 anos!!!!!!!!!!!!!!

Ou seja, se a floresta não se renovar e esses dados são inverídicos, pois a amazônia tem quase 7 milhões de km², o que elevaria essa conta para quase 270 anos, será a coisa está tão feia assim quanto eles dizem?

O problema da AMBIENTAL, não é planetário, é POLÍTICO!

NÃO EXISTE AQUECIMENTO GLOBAL!

Falarei mais em breve, sobre os rios flutuantes! Outra besteira! rs
PS:. Não disse que é para desmatar! Vai que…rs

Água não “dá” árvore!

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Mais MENTIRAS dos verdinhos!
A Amazônia não controla regime de chuvas nenhum! Isso é bobagem! Quem comanda esse ciclo, são os oceanos! Primeiro se vem a umidade e depois vem a vegetação.
Quero ver plantar uma árvore no deserto, para ver se ele vai deixar de ser deserto! Se a Amazônia fosse tão poderosa assim em termos de gerar chuva, o sertão nordestino seria úmido, pois está ao lado da Amazônia e se beneficiaria de ventos (que atuam ali a maior parte do ano) e até do efeito de rotação da Terra e não me dizer que cortar meia dúzia de árvores, é o problema da falta de água em SP! O processo de formação de chuva é convectivo e requer uma supersaturação de aproximadamente 340% de vapor de água, fato que uma floresta não consegue. A altitude é outro fator importante para a formação de chuvas, formando ou um núcleo de nuvem que forma água ou gelo. Só depois da formação desses núcleos, é que a umidade pode se agregar a partir de 100%, mas não antes e a temperatura, deve estar em torno de -20ºC a -10ºC.
Na atmosfera as gotículas de nuvem não crescem a partir de gotículas menores porque o alto grau de supersaturação necessário para a condensação de gotículas muito pequenas não ocorre na atmosfera real. A atmosfera contém abundância de núcleos de condensação, como partículas microscópicas de poeira, fumaça e sal, que fornecem superfícies relativamente grandes sobre as quais a condensação ou deposição pode ocorrer.
O resultado é a formação de uma nuvem com muitas minúsculas gotículas de água, todas tão minúsculas que permanecem suspensas no ar. Mesmo em ar muito úmido o crescimento destas gotículas de nuvem por condensação adicional é lento. Além disso, a imensa diferença de tamanho entre gotículas de nuvem e gotas de chuva (são necessárias aproximadamente um milhão de gotículas de nuvem para formar uma só gota de chuva) sugere que a condensação sozinha não é responsável pela formação de gotas suficientemente grandes para precipitar.