Ciclos solares e sua influência no clima – Parte 1.

Thiago Maia Blog

O Sol figura como o astro rei de seu sistema solar, pois além de manter a mecânica celeste do seu sistema, é responsável principal pela manutenção da diversidade da vida na Terra, pois sem sua energia não teria condições de sustentar a vida.

O nosso Sol, passa por ciclos em sua longa e ainda assim mediana vida e esses ciclos podem variar de alguns anos a milhares de anos, os mais conhecidos são:

Ciclo solar de Schwabe, que varia de aproximadamente de 11 anos alternando máximos e mínimos.

Ciclo de Gleissberg, o qual varia de um período de 80 a 90 anos, podendo chegar a 115 anos.

Ciclo de Suess, o qual varia de um período de 150 a 200 anos.

Ciclo de Hallstattzeit, o qual varia de período de 2.300 anos.

Ainda existe um ciclo em pesquisa, que a hipótese é que sua variação seja de 6.000 anos e…

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A QUÍMICA DO BURACO DE OZÔNIO.

Thiago Maia Blog

Luiz Carlos Baldicero Molion

Pesquisador e Professor Aposentado INPE/MCT e UFAL/MEC

Molina e Molina (1987) desenvolveram uma teoria extremamente complexa, chamada “dimer chemistry”, ou “química heterogênea”, na tentativa de explicar a destruição do ozônio pelos compostos de clorofluorocarbono (CFC), gases utilizados em refrigeração. A teoria requer temperatura ambiental muito baixa, inferior a –78°C, que ocorre na estratosfera da Antártica algumas poucas semanas do ano, notadamente no final de setembro e início de outubro. Exige, também, cristais de gelo, que seriam provenientes da formação de nuvens estratosféricas polares, compostas de gotículas que são soluções de água e ácidos nítrico e sulfúrico e não apenas de água como nas nuvens comuns. E, finalmente, exige luz solar, que só está presente após o nascer do Sol na Antártica, tipicamente após dia 20 de setembro. Ocorrendo simultaneamente, essas condições dariam início a uma série de reações que quebrariam as moléculas de CFC, liberando átomos…

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Conceitos e fenômenos que questionam as mudanças climáticas antropogênicas e a impossibilidade Física do efeito estufa.

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Por: Dr. Thiago Maia

O CO2 apresenta uma geometria molecular linear na qual o Carbono está localizado entre duas moléculas de Oxigênio e como esses átomos estão opostos com a mesma eletronegatividade a molécula se torna apolar e toda molécula apolar não absorve a radiação infravermelha.

Mas como o CO2 consegue absorver umas bandas?

Na atmosfera há uma repulsão das eletrosferas através das colisões moleculares com os constituintes, gerando uma dispersão dos elétrons das extremidades fazendo com que a molécula adquira um dipolo induzido ou força de dispersão de London, tornando-a capaz de absorver poucas bandas na radiação infravermelha, por esse motivo as colisões e a pressão provocam um alargamento na banda de absorção da radiação infravermelha (IV).

Na teoria clássica do eletromagnetismo as radiações são tratadas como ondas, mas umas séries de fenômenos Físicos, não eram explicados e só através da Física Quântica que passaram a ser…

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Subida do nível do mar e o aquecimento global antropogênico.

Excelente!

Thiago Maia Blog

Caros Leitores,

No dia 16/10/2017, fiz uma live com o prof Ricardo Felicio, prof Igor Maquieitra e com o Geólogo Geraldo Lino.

Foi umas das melhores lives que eu já fiz, apesar da longa duração ela se mostra muito instrutiva, leve e divertida, tanto é que nem sentimos o tempo passar.

Nessa live falamos sobre a feke news de que o aquecimento global antropogênico estaria provocando o aumento do nível dos oceanos.

Tenha paciência para assistir, pois vale muito a pena!

Grande abraço a todos!

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