Aliens e o aquecimento bobal!

aliens

Parece uma série do History Channel, mas não é!

Essa publicação saiu em 19/08/2011.

Eu tenho fortes motivos para acreditar na teoria dos antigos astronautas, mas isso aí é forte.
O pior, é que tem gente que ganha dinheiro para pesquisar isso e outra mente brilhante para publicar.

Acho que após assistir Star Wars e está doidão com alucinógenos ou psicotrópicos e foram fazer pesquisas.
Ah! Só um alerta!
Aquecimento global é uma falácia científica e o CO2 é invisível! rs

Fonte: Clique aqui

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Como os líderes mundiais foram enganados em investir bilhões em dados manipulados do aquecimento global.

A farsa vai acabar!

Thiago Maia Blog

A verdade vem cada vez mais a tona.

“Exposed: How world leaders were duped into investing billions over manipulated global warming data

  • The Mail on Sunday can reveal a landmark paper exaggerated global warming
  • It was rushed through and timed to influence the Paris agreement on climate change
  • America’s National Oceanic and Atmospheric Administration broke its own rules
  • The report claimed the pause in global warming never existed, but it was based on misleading, ‘unverified’ data”

Leia na íntegra no link abaixo:

Read more: http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-4192182/World-leaders-duped-manipulated-global-warming-data.html#ixzz4XwYAZErt

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DESMATAMENTO DA AMAZÔNIA E AS SECAS DO SUDESTE (SIC 2015)

Por: Hugo Alves Braga e Luiz Carlos Baldicero Molion

Instituto de Ciências Atmosféricas, Universidade Federal de Alagoas, Maceió, Alagoas, Brasil

INTRODUÇÃO

 Os anos de 2013 e 2014 foram anos fortemente marcados por secas severas na região Sudeste e tal fenômeno foi anunciado na mídia como tendo sido provocado pelo desmatamento da Floresta Amazônica. O objetivo deste estudo é demonstrar que tal afirmação carece de base científica por meio da avaliação da variabilidade interanual da convergência do fluxo de umidade na Região Amazônica e a “exportação” do fluxo de umidade para outras regiões do País.

Sabe-se que a Floresta Amazônica é uma região muito úmida, portanto o entendimento do ciclo hidrológico e do balanço de água dessa floresta tropical é fundamental quando se tem por objetivo estudar a distribuição pluvial no País. A umidade passa pela Amazônia é resultante do transporte de umidade vinda do Oceano Atlântico Norte e o fluxo de umidade que sai na fronteira sul é composto de uma parcela do fluxo de umidade de entrada adicionado do fluxo de umidade resultante de complexas interações floresta-atmosfera, ou seja, da água reciclada pela evapotranspiração de floresta. Como base nessas premissas, foram calculados os fluxos de convergência de umidade na Região e o fluxo exportado através de sua fronteira sul.

METODOLOGIA

 Calculou-se a divergência do fluxo de umidade na Região Amazônica, seguindo a metodologia descrita por Satyamurty et al (2009) que utilizaram a integral de linha fechada (Teorema de Gauss), ou seja:

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onde L é a distância ao longo da fronteira fechada em volta da área; p, a pressão atmosférica; q, a umidade específica; V, o vetor vento horizontal, e g é a aceleração da gravidade. Se a área considerada é retangular, a integral fechada é quebrada em quatro partes, fronteiras norte (N), oeste (W), sul (S) e leste (E) da caixa, convertendo-se em

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A caixa se estende latitudinalmente do equador 0° a 12,5°S, com comprimento Y e longitudinalmente de 45°W a 75°W, com comprimento X. Os somatórios verticais ficam restritos entre  = 100 kPa e p = 30kPa, uma vez a umidade acima de 30kPa é muito pequena.

Os dados utilizados são do conjunto de Reanálises NCEP/NCAR, dispostos em pontos de grade de 2,5°x 2,5° de latitude/longitude e o período estudado é entre 1999 e 2014. Entende-se que os dados de Reanálises apresentam limitações, mas, particularmente os dados de umidade são mais confiáveis atualmente e é de fácil acesso.

RESULTADOS

A convergência média anual do fluxo de umidade para o período 1999-2014 resultou em 1,04×108 kg/s que corresponde a apenas 20% do fluxo médio de umidade que entra na Amazônia. Na Figura 1, mostra-se a variabilidade interanual da convergência do fluxo de umidade (kg/s). Nota-se, na figura, que os maiores valores de convergência do fluxo de umidade foram em anos de La Niña, ou seja, em 1999, 2008 e 2011 de acordo com o Índice Oceânico de El Niño (ONI/CPC/NCEP/NOAA).

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Na Figura 2, é mostrada a variabilidade interanual do fluxo de umidade médio anual “exportado” pela fronteira sul do domínio geográfico adotado (12,5°S; 45°W-75°W) no período 1999-2014. O fluxo médio anual foi igual a 2,59x kg/s para o período e sua variabilidade anual é notável, tendo sido os maiores fluxos médios anuais registrados em 2014 [=3,45x kg/s] e 2013[=3,08x kg/s].

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A partir desses resultados de umidade exportada pela Amazônia, pode se concluir que o fluxo de umidade exportada pela a Floresta Amazônica não foi a causa dos períodos de estiagem observados nas Regiões Sudeste e Centro Oeste nos anos de 2013-2014. Para essa confirmação, foram analisados os campos sinóticos médios de Janeiro a Março, trimestre chuvoso para o estado de São Paulo.

Campo Ômega se refere à velocidade vertical do vento (ω, dado em Pa/s). Os valores negativos representam movimento ascendente do ar (instabilidade) e os valores positivos, movimentos descendentes de ar seca que criam um sistema de alta pressão à superfície (estabilidade atmosférica). Na Figura 3, está representada a velocidade Ômega média de Janeiro a Março do ano de 2013 no eixo de 23ºS demonstrando valores positivos, de 5°S a 20°S, portanto, estabilidade atmosférica. A faixa de longitude utilizada foi 45ºW-50°W. Nota-se que os valores positivos atingiram mais o Centro Oeste e o norte do Sudeste.

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Figura 4 – Idem à Figura 3 mas para Jan – Mar 2014..

Radiação de Onda Longa Emergente (ROLE) é um campo indicador de maior ou menor atividade convectiva nos trópicos. Na Figura 5, estão representados os desvios de ROLE para o trimestre chuvoso do ano de 2014, onde valores positivos indicam baixa atividade convectiva enquanto valores negativos indicam alta atividade convectiva.

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Figura 5 – Desvios de Radiação de Onda Longa Emergente(ROLE) Jan-Mar 2014, indicando valores positivos na Região Sudeste , que sugere uma área de baixa atividade convectiva e, portanto, baixa nebulosidade.

CONCLUSÃO

 Conclui-se que a estiagem da Região Sudeste nos anos de 2013-2014 não foi provocada pela falta de umidade atmosférica na Região, proveniente da Floresta Amazônica e sim pela falta de mecanismos dinâmicos que convertessem a umidade em chuva. A análise sinóptica indica que um sistema de alta pressão, e a inversão psicrotérmica associada, dominou a Região Sudeste nesses anos durante a estação chuvosa.

Com a atual base de dados, esses resultados demonstram que o desmatamento atual da Floresta Amazônica não influi no fluxo de umidade que chega as Regiões Centro-Oeste e Sudeste do Brasil. É preciso ficar claro que, com isso, não se está avalizando o desmatamento da Amazônia.

 REFERÊNCIAS

KALNAY, E. e al. The NCEP/NCAR Reanalysis 40-year Project. Bull. Amer. Meteor. Soc., 77, 437-471, 1996.

SATYAMURTY, P; et al. Convergência do fluxo de umidade sobre a região amazônica nos anos contratantes 2005 e 2009. XVI CBMET, SbMET, Belém (PA), 2010.   Disponível em: http://www.sbmet.org.br/cbmet2010/artigos/377_45904.pdf >. Acesso em: 01 setembro 2015.

O (alto) custo do radicalismo ambientalista-indigenista.

O (alto) custo do radicalismo ambientalista-indigenista.

 Em um momento decisivo para a definição do rumo que a sociedade brasileira dará ao País, um aspecto fundamental é o enquadramento do radicalismo ambientalista-indigenista, que precisa ser prontamente subordinado aos interesses maiores da Nação e retirado do controle do aparato supranacional que o explora em favor de uma agenda ideológica e política.

Tal necessidade se torna um imperativo, diante do elevado preço que a sociedade tem pago pelo peso excessivo das concessões políticas feitas ao aparato ambientalista-indigenista, em termos de projetos não implementados, atrasados, sobrecarregados em custos descabidos, oportunidades de desenvolvimento não concretizadas e outros custos desnecessários. A listagem é longa, exaustiva e frustrante, principalmente, pela necessidade que o País tem de ampliar e aprimorar rapidamente a sua infraestrutura física para embasar um inadiável esforço de retomada de um projeto de desenvolvimento nacional abrangente e inclusivo, em benefício dos seus atuais 206 milhões de habitantes e dos que se juntarão a estes, nas próximas décadas.

Dois casos, um da área ambiental e outro da indígena, são emblemáticos dessa situação, que está a exigir uma imediata correção de rumo.

O primeiro, citado na edição anterior deste Alerta, envolve a duplicação da rodovia BR-101 no estado do Rio de Janeiro, cuja duplicação está obstaculizada há anos pela falta de licenciamento ambiental. Se já é absurdo que a principal via de comunicação entre a capital e o Norte do estado ainda tenha um extenso trecho em mão dupla, que favorece o grande número de acidentes que lhe valeu o apelido “Rodovia da Morte”, é ainda mais inaceitável que a correção do problema esteja emperrada por questões ambientais que contrariam o mais elementar senso comum.

Na edição de 20 de novembro, o jornal O Globo informa que, pelos termos da concessão de exploração da rodovia pela empresa Autopista Fluminense, os 177 quilômetros entre Rio Bonito e Campos dos Goytacazes já deveriam estar totalmente duplicados. Porém, um trecho de quase 50 quilômetros, entre Rio das Ostras e Carapebus, sequer foi iniciado, pois aguarda o licenciamento ambiental há nada menos que cinco anos. O problema, informa o jornal, é a falta de consenso sobre as estruturas para permitir que animais atravessem a rodovia em segurança. Os ambientalistas encastelados nos órgãos ambientais responsáveis pelo licenciamento fincaram pé na construção de cinco viadutos vegetados (ver fotos), que não estavam previstos no contrato de concessão e cujo custo é estimado em R$ 455 milhões.

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Viadutos vegetados na Holanda (em cima) e Nova Jérsei, EUA (em baixo).

Esse trecho da rodovia atravessa as reservas biológicas de Poço das Antas e União, que abrigam o célebre mico-leão-dourado, animal símbolo do ambientalismo brasileiro.

O economista Riley Rodrigues, especialista em infraestrutura da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), observa que a exigência precisa ser reavaliada: “Esses viadutos vegetados não são usados no Brasil, só em pouquíssimos países. É essencial preservar a fauna, mas não sabemos se isso dará resultados.”

O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Jorge Bastos, diz que o licenciamento deverá sair ainda este ano. “Queremos diminuir o número de viadutos vegetados. Isso gera um custo absurdo para a concessionária”, afirma.

Por sua vez, Rodrigues observa que o eventual custo da construção dos “bichodutos” terá impacto no valor do pedágio.

Um detalhe que parece escapar às considerações dos ambientalistas é que não se trata de uma rodovia nova, ou seja, o impacto causado às populações animais que vivem nas reservas atravessadas já existe e será pouco afetado pela duplicação da pista. Por conseguinte, é absurdo que se onere e atrase uma obra fundamental para a segurança das dezenas de milhares de motoristas que trafegam diariamente pela rodovia, por conta de um preciosismo sem fundamento lógico. Não obstante, a legislação em vigor justifica plenamente tais excessos contrários à racionalidade e ao bom senso.

O Linhão Manaus-Boa Vista

O outro caso exemplar é o do Linhão Manaus-Boa Vista, a linha de transmissão de 721 quilômetros que deveria acabar com o isolamento de Roraima do Sistema Interligado Nacional (SIN), o que tem acarretado grandes prejuízos com os problemas do abastecimento irregular de eletricidade no estado. Como este Alerta tem acompanhado, a licitação da obra foi concedida à empresa Transnorte Energia (consórcio entre a estatal Eletronorte e a Alupar), em 2011, e deveria ter sido concluída no início de 2014. Porém, ela sequer foi iniciada, pela intransigência da Fundação Nacional do Índio (Funai), uma vez que um trecho de 125 quilômetros atravessa a Terra Indígena Waimiri-Atroari, no Amazonas, e até agora o impasse não foi superado.

Em setembro último, exasperada pelas sucessivas protelações, a Transnorte Energia entregou os pontos e, além de devolver a concessão à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), está cobrando da União uma indenização de R$ 534 milhões, pelos investimentos já feitos em equipamentos e multas de contratos cancelados com fornecedores. A obra tinha o custo inicialmente estimado em R$ 1,1 bilhão e o governo federal estimava que ela resultaria em uma economia anual de R$ 450 milhões em óleo combustível hoje gasto nas precárias usinas termelétricas que abastecem o estado. Entretanto, a deterioração da economia, as mudanças no dólar e nas condições de financiamento elevaram o custo atual, caso a obra seja feita algum dia, para R$ 1,8 bilhão (Exame, 10/09/2016).

O detalhe relevante é que, assim como no caso da BR-101, o impacto do Linhão sobre a reserva indígena seria irrisório, uma vez que ele seria construído na faixa de domínio da rodovia BR-174, que já existe há décadas.

No início de outubro, a bancada federal de Roraima se reuniu com o presidente Michel Temer para pedir-lhe uma solução para o impasse. Na ocasião, Temer se comprometeu a acionar os ministros da Justiça, Alexandre de Morais, ao qual a Funai é subordinada, e de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, para encontrarem uma saída, e prometeu uma nova reunião com o grupo em 30 dias (Alerta Científico e Ambiental, 6/10/2016). Até o momento, a reunião não ocorreu, a União poderá ter que arcar com uma indenização multimilionária e, ao que tudo indica, os roraimenses continuarão por um bom tempo sem um abastecimento de eletricidade confiável.

Fonte:

http://msiainforma.org/o-alto-custo-do-radicalismo-ambientalista-indigenista/

Não é preciso “bater” no IPCC, eles mesmo dão tiro no pé!

Relatório sumário do IPCC, 2013 página 15.

“A redução observada na tendência de aquecimento da superfície ao longo do período de 1998 a 2012 em relação ao período 1951-2012, é devida em aproximadamente igual medida a uma tendência de redução no forçamento radiativo e uma contribuição de resfriamento de variabilidade natural interna, que inclui uma possível redistribuição de calor dentro do oceano (confiança média).”

Traduzindo: Ouve uma redução na tendência de aquecimento da superfície, no que foi mostrado no período anterior onde mostrou que há uma diminuição na radiação incidente e uma contribuição assim para o resfriamento natural do planeta, o que mostra que as temperaturas diminuem com o resfriamento dos oceanos.

“A tendência reduzida no forçamento radiativo é principalmente devida a erupções vulcânicas e à fase descendente do ciclo solar de 11 anos.

Traduzindo: Estamos recebendo menos radiação solar, pois ouve erupções vulcânicas e a entrada do Sol no seu ciclo de mínimo solar, período esse em que a atividade é reduzida.

“No entanto, há pouca confiança na quantificação do papel das mudanças no forçamento radiativo em causar essa tendência reduzida de aquecimento. Há confiança média de que a variabilidade natural decadal interna cause substancialmente a diferença entre as observações e as simulações”

Traduzindo: Os oceanos, vulcões e Sol mandam no clima, mas mesmo assim eu não sei o porque está resfriando e não aquecendo. As variações naturais mostram uma grande diferença entre o que é observado e o que os meus modelos mostram, provando que os meus modelos são umas bostas.

não se espera que estas últimas reproduzam a temporização da variabilidade natural interna. Também pode haver uma contribuição de inadequações dos forçamentos e, em alguns modelos, uma superestimativa da resposta ao aumento dos gases de efeito estufa e outros forçamentos antropogênicos (dominados pelos efeitos dos aerossóis)”

Traduzindo: Os meus modelos são umas bostas e para dizer que o planeta está aquecendo e a culpa é do homem e implantar uma economia verde e o desenvolvimento sustentável, tive que alterar dados e desprezar algumas forçantes climáticas (alguns modelos desprezam a água e o Sol) para que meus modelos aquecimentistas venham bater com a minha falsa ciência.

Precisa realmente de inimigo o IPCC?

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